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  • adriana453

Desafios para geração de caixa é tema do 4º Crasa Day de 2024

Mais de 100 colaboradores estiveram presentes no 4º Crasa Day realizado na quarta-feira (19/06). O evento online contou com a participação do consultor, doutor em Engenharia de Produção e professor em diversas instituições, Armando Rasoto, para abordar os desafios para a geração de caixa em uma empresa.

 

O 4º Crasa Day teve abertura do Diretor Financeiro/Administrativo, Rodrigo Titon, diretamente da obra do metrô linha 2 em São Paulo. Após dar boas-vindas ao público, Titon comentou a parceria com o professor em trabalhos de capacitação nas temáticas de finanças, contabilidade, liderança e cultura, além do pedido do próprio público para abordar a geração de caixa no Crasa Day, visto que a empresa atua com clientes de alto valor e complexidade.

 

“O caixa é um tema que precisa estar em voga e longe de ser uma responsabilidade só do gestor financeiro e sim da companhia como um todo. A gente comemorou esse ano mais um ano de resultado positivo, mas isso só aumenta a nossa responsabilidade.  A gente já passou este primeiro semestre e agora é hora de fazer um balanço e ouvi-los. É sempre bom contar com um profissional externo que tem uma visão muito mais abrangente do que a nossa realidade”, pontuou o Diretor.

 

Antes de passar a palavra para o professor, Titon também abordou a necessidade destes eventos acontecerem de tempos em tempos para entender que o suporte para o crescimento deve vir de uma base sólida.

 

Já com a fala, o professor começou com uma avaliação sobre a maioria das organizações terem um ponto cego em finanças, uma vez que a liquidez, a rentabilidade, o tamanho do caixa ou a falta dele, não é um problema do financeiro. “A área financeira é uma consequência. Financeiro mede, controladoria mede com dados da contabilidade. Quem faz acontecer isso é a operação. Estamos falando da área comercial, supply, pessoas, logística e T.I”, pontuou.

 

Entre os tópicos abordados, Rasoto também comentou sobre a importância da liquidez e da rentabilidade para sustentar uma organização, exemplificando com cases de grandes empresas que entraram em plano de recuperação judicial após erros de liquidez.

 

A palestra seguiu com exposição de indicadores técnicos, modelos para um projeto estratégico, tal como o Modelo de Porter, etapas do processo decisório para obtenção de resultados, modelos de cálculos, relação entre investimento, financiamento e operações, entre outros assuntos abordados com especificidade na área do público presente.

 

Um ponto chamado atenção por Rasoto foi a real função das empresas. Segundo ele, “a empresa tem uma função social, que é a sua continuidade no mercado com liquidez e rentabilidade. Ela gera empregos, ela paga salários, ela paga juros, ela cria situações de creche, vales… não é só rentabilizar os proprietários. Mas ela tem uma função social que ela desempenha. A essência é o retorno do patrimônio líquido”, avaliou.

 

O professor também reforçou a relação entre pessoas e processos, uma vez que “uma empresa é formada por processos tocados por pessoas e essas pessoas estão mais ou menos capacitadas para uma determinada função”. Portanto, um conceito que deve ser trabalhado pelas organizações é a ‘consciência situacional voltada para resultados’, no qual se lida com um entendimento do todo, onde cada um deve eventualmente buscar algo além do que a própria empresa está fazendo, entender o que outras empresas fazem e sair da caixa.

 

Ao final da apresentação, o professor apontou a necessidade de reolhar para os processos e os custos e tentar identificar desperdício. “A consciência situacional é criada quando o trabalhador entende porque e para que ele está fazendo. O novo dinheiro não está só fora. O novo dinheiro de uma empresa muitas vezes está dentro da própria empresa”, finalizou.




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